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	<title>CEB na Mídia - CEB Unicamp</title>
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	<description>Centro de Engenharia Biomédica da Unicamp</description>
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	<title>CEB na Mídia - CEB Unicamp</title>
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	<item>
		<title>Peles-em-Chip: confira o episódio de estreia do COCEN nas Redes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 01:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[COCEN]]></category>
		<category><![CDATA[Peles-em-chip]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro episódio da nova série &#8220;COCEN nas Redes&#8221;, conheça o projeto Peles-em-chip, que busca desenvolver peles sintéticas com tecnologias de ponta. Em pauta, o projeto Peles-em-Chip e Diversidade, uma pesquisa inovadora que reúne diferentes Centros e Núcleos para desenvolver modelos de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No primeiro episódio da nova série &#8220;COCEN nas Redes&#8221;, conheça o projeto Peles-em-chip, que busca desenvolver peles sintéticas com tecnologias de ponta.</em></p>



<span id="more-5161"></span>



<p>Em pauta, o projeto <strong><em><a href="https://www.ceb.unicamp.br/projeto-peles-em-chip-e-diversidade-em-colaboracao-com-o-ceb-e-selecionado-no-edital-convergencias-2025/" target="_blank" rel="noopener" title="Projeto “Peles-em-Chip e Diversidade”, em colaboração com o CEB, é selecionado no Edital Convergências 2025">Peles-em-Chip e Diversidade,</a> </em></strong>uma pesquisa inovadora que reúne diferentes Centros e Núcleos para desenvolver modelos de pele humana em laboratório.  </p>



<p>Voltado ao diagnóstico e tratamento de <strong>câncer de pele</strong>, o estudo é inspirado na diversidade brasileira, com foco especial nas populações parda e preta. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Peles-em-chip - COCEN nas redes" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oWO2LSxv3uM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Contemplado pelo Edital Convergências de 2025, da COCEN e Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP), o projeto é uma colaboração entre o <strong>Centro de Engenharia Biomédica (CEB)</strong>, o Centro de Componentes Semicondutores e Nanotecnologias (CCSNano) e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB).</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Veja também:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-ceb-unicamp wp-block-embed-ceb-unicamp"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="GnOy0ZF1Ye"><a href="https://www.ceb.unicamp.br/projeto-peles-em-chip-e-diversidade-em-colaboracao-com-o-ceb-e-selecionado-no-edital-convergencias-2025/">Projeto &#8220;Peles-em-Chip e Diversidade&#8221;, em colaboração com o CEB, é selecionado no Edital Convergências 2025</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Projeto &#8220;Peles-em-Chip e Diversidade&#8221;, em colaboração com o CEB, é selecionado no Edital Convergências 2025&#8221; &#8212; CEB Unicamp" src="https://www.ceb.unicamp.br/projeto-peles-em-chip-e-diversidade-em-colaboracao-com-o-ceb-e-selecionado-no-edital-convergencias-2025/embed/#?secret=tNxlokYxpE#?secret=GnOy0ZF1Ye" data-secret="GnOy0ZF1Ye" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/peles-em-chip-confira-o-episodio-de-estreia-do-cocen-nas-redes/">Peles-em-Chip: confira o episódio de estreia do COCEN nas Redes</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>18º Prêmio Inventores da Unicamp: edição de 2025 premia sistema GETS</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/18o-premio-inventores-da-unicamp-edicao-de-2025-premia-sistema-gets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 18:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cristina Bottura Eboli]]></category>
		<category><![CDATA[Éder Trevisoli da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[GEtS]]></category>
		<category><![CDATA[Inova Unicamp]]></category>
		<category><![CDATA[José Wilson Magalhães Bassani]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Inventores Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira detalhes sobre a premiação, que reconhece tanto profissionais da Universidade quanto de empresas e instituições parceiras envolvidos na invenção e autoria de tecnologias licenciadas ou absorvidas no mercado. Confira abaixo trecho da matéria &#8211; link para o texto integral...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira detalhes sobre a premiação, que reconhece tanto profissionais da Universidade quanto de empresas e instituições parceiras envolvidos na invenção e autoria de tecnologias licenciadas ou absorvidas no mercado.</em> </p>



<span id="more-5131"></span>



<p class="has-small-font-size">Confira abaixo trecho da matéria &#8211; link para o texto integral ao final do texto.</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Texto</strong>: Isabele Scavassa – Inova Unicamp | <strong>Fotos</strong>: Igor Alisson – Inova Unicamp e Pedro Amatuzzi – Inova Unicamp</p>



<p>Há quase duas décadas, a Agência de Inovação da Universidade Estadual de Campinas (Inova Unicamp) reconhece docentes, pesquisadores e alunos da Universidade e de instituições e empresas parceiras comprometidos com atividades que envolvem proteção da propriedade intelectual e transferência de tecnologias por meio do <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/equipe-do-gets-e-premiada-no-premio-inventores-da-unicamp-2023/" target="_blank" rel="noopener" title="Equipe do GETS é premiada no Prêmio Inventores da Unicamp 2023">Prêmio Inventores da Unicamp</a></strong>.</p>



<p>A comemoração, que chega a sua 18ª edição neste ano, premia 141 inventores nas categorias Propriedade Intelectual Licenciada e Tecnologia Absorvida pelo Mercado. O Prêmio Inventores da Unicamp teve sua primeira edição em 2004 e, após ser retomado em 2009, foi realizado anualmente desde então.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="466" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-divulgacao.jpg" alt="" class="wp-image-5145" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-divulgacao.jpg 1000w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-divulgacao-300x140.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-divulgacao-768x358.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Foto</strong>: divulgação Inova Unicamp</em></figcaption></figure>



<p>“A partir do reconhecimento dos esforços empregados em anos de pesquisas pelos nossos inventores, esta premiação vem sendo realizada com o propósito de fortalecer o vínculo com a comunidade e incentivar que esses e outros inventores e empreendedores continuem trilhando pelo caminho da inovação, seja a partir da comunicação de invenções que possam ser protegidas e transferidas para a sociedade ou no interesse em empreender a partir dos conhecimentos adquiridos na Unicamp”, comenta Kátia Kishi, supervisora de comunicação da Inova Unicamp, área responsável pela realização do Prêmio Inventores.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-e068aabfa0a5c8da3dc86bac80a0751f" style="color:#0586c2"><strong>Mais de 100 profissionais premiados em 2025</strong></h2>



<figure class="wp-block-image alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="250" height="250" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-logo-do-premio.jpg" alt="" class="wp-image-5148" style="width:183px;height:auto" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-logo-do-premio.jpg 250w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-logo-do-premio-150x150.jpg 150w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/09/CEB-Unicamp-Premio-Inventores-Unicamp-Inova-2025-logo-do-premio-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /></figure>



<p>Em 2025, a Inova Unicamp premia 133 inventores na categoria Propriedade Intelectual Licenciada, que reconhece o compromisso de docentes, pesquisadores, alunos e egressos da Universidade no processo de Transferência de Tecnologia e oito inventores na categoria Tecnologia Absorvida pelo Mercado, que considera as tecnologias que além de transferidas foram lançadas na forma de produto, processo ou serviço pelas empresas licenciadas. O Prêmio Inventores também premia seis spin-offs acadêmicas criadas em 2024 e que têm como core business uma tecnologia ou conhecimento oriundo da Universidade.</p>



<p>Além de premiar os profissionais da Universidade, a Inova Unicamp homenageou com certificado 275 inventores por terem comunicado suas invenções desenvolvidas na Universidade, que geraram 78 depósitos de pedidos de patentes em 2024 de titularidade ou cotitularidade da Unicamp.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-277695f482b499b7547c0c8b8d478d1c" style="color:#0586c2"><strong>Premiação valoriza atuação dos inventores na Universidade</strong></h2>



<p>A crescente do números de premiados desde a primeira edição do Prêmio Inventores é, acima de tudo, uma demonstração dos esforços da aproximação da Inova Unicamp com a comunidade interna, ampliando o conhecimento sobre temas relacionados à proteção da propriedade intelectual, transferência de tecnologias e relação universidade-empresa, conforme explica Renato Lopes, diretor-executivo da Inova Unicamp:</p>



<p>“O Prêmio Inventores da Unicamp valoriza uma importante forma da Universidade levar o conhecimento para a sociedade. Ele reconhece os inventores e empreendedores que se dedicam a levar esses conhecimentos para empresas e instituições, transformando-os em soluções que podem ser aplicadas na sociedade, gerando impactos econômicos, sociais, ambientais e na qualidade de vida das pessoas. Essa conexão entre universidade e sociedade não seria possível sem a excelência do trabalho desenvolvido pelos inventores, pesquisadores, alunos e empreendedores ligados à Unicamp”, diz Lopes.</p>



<p>Outro número de destaque que refletiu no aumento de premiados na categoria Propriedade Intelectual Licenciada entre um ano e outro é a quantidade de contratos de transferência de tecnologias, que em 2024 chegou ao recorde de 233 contratos ativos.</p>



<p>“O alcance de 233 contratos de transferência de tecnologia ativos em 2024 não é apenas um número expressivo, por ser o maior dos últimos anos, mas um indicativo concreto da maturidade do ecossistema de inovação da Unicamp, da qualidade de suas pesquisas, seu corpo docente e talentos formados anualmente” explica Iara Ferreira, coordenadora de negócios e inovação da Inova Unicamp, área responsável pela proteção da propriedade intelectual, pelas parcerias em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&amp;I) e pela transferência de tecnologias da Unicamp.</p>



<div class="wp-block-button is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-background wp-element-button" href="https://www.inova.unicamp.br/2025/08/premio-inventores-da-unicamp-chega-a-18a-edicao-em-2025" style="border-radius:23px;background:linear-gradient(135deg,rgb(27,47,110) 0%,rgb(5,134,194) 100%)" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Leia a matéria completa no site da INOVA</strong></a></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-256b4dee1d021cd90feb3577bd54dec6" style="color:#0586c2"><strong>GETS é premiado</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="730" height="450" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/08/CEB-Unicamp-Blog-Materia-Inova-Unicamp-GETS-agosto-2025.jpg" alt="CEB Unicamp - Blog - Materia Inova Unicamp GETS agosto 2025" class="wp-image-5127" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/08/CEB-Unicamp-Blog-Materia-Inova-Unicamp-GETS-agosto-2025.jpg 730w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2025/08/CEB-Unicamp-Blog-Materia-Inova-Unicamp-GETS-agosto-2025-300x185.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 730px) 100vw, 730px" /></figure>



<p>Na edição de 2025 do Prêmio Inventores Unicamp, os pesquisadores <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/pesquisadores/jose-wilson-magalhaes-bassani/" target="_blank" rel="noopener" title="José Wilson Magalhães Bassani">José Wilson Magalhães Bassani</a></strong>, <strong>Éder Trevisoli da Silva</strong> e <strong>Ana Cristina Bottura Eboli </strong>receberam o prêmio de <em>Propriedade Intelectual Licenciada</em> pela tecnologia <a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores/edicoes/edicao-2025/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>GETS – Gerenciamento de Tecnologia para Saúde</strong></a>. O sistema &#8211; em funcionamento no <strong>CEB</strong> desde 2010 &#8211; tem como objetivo facilitar o gerenciamento de parques tecnológicos de instituições de saúde e já está em uso em mais de 170 unidades em todo o país. Apenas em hospitais universitários federais, o GETS gerencia, hoje, mais de 90 mil equipamentos médicos.</p>



<p>Para mais detalhes e informações sobre o <strong>GETS</strong>, confira o texto abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-ceb-unicamp wp-block-embed-ceb-unicamp"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="rF5NVWy3mv"><a href="https://www.ceb.unicamp.br/inova-unicamp-software-desenvolvido-na-unicamp-otimiza-setor-da-saude-no-brasil-por-meio-de-gerenciamento-de-equipamentos/">Inova Unicamp: &#8220;Software desenvolvido na Unicamp otimiza setor da saúde no Brasil por meio de gerenciamento de equipamentos&#8221;</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Inova Unicamp: &#8220;Software desenvolvido na Unicamp otimiza setor da saúde no Brasil por meio de gerenciamento de equipamentos&#8221;&#8221; &#8212; CEB Unicamp" src="https://www.ceb.unicamp.br/inova-unicamp-software-desenvolvido-na-unicamp-otimiza-setor-da-saude-no-brasil-por-meio-de-gerenciamento-de-equipamentos/embed/#?secret=Csri30j8EZ#?secret=rF5NVWy3mv" data-secret="rF5NVWy3mv" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/18o-premio-inventores-da-unicamp-edicao-de-2025-premia-sistema-gets/">18º Prêmio Inventores da Unicamp: edição de 2025 premia sistema GETS</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inova Unicamp: &#8220;Software desenvolvido na Unicamp otimiza setor da saúde no Brasil por meio de gerenciamento de equipamentos&#8221;</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/inova-unicamp-software-desenvolvido-na-unicamp-otimiza-setor-da-saude-no-brasil-por-meio-de-gerenciamento-de-equipamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 19:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cristina Bottura Eboli]]></category>
		<category><![CDATA[Éder Trevisoli da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[GEtS]]></category>
		<category><![CDATA[José Wilson Bassani]]></category>
		<category><![CDATA[LNGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Gerenciamento de Tecnologia para a Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ceb.unicamp.br/?p=5124</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reportagem de série especial para o Prêmio Inventores 2025 da Inova UNICAMP apresenta tecnologias desenvolvidas na Universidade e destaca o software GETS. Confira abaixo trecho da matéria &#8211; link para o texto integral ao final do texto. Texto:&#160;Isabele Scavassa&#160;– Inova...</p>
<p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/inova-unicamp-software-desenvolvido-na-unicamp-otimiza-setor-da-saude-no-brasil-por-meio-de-gerenciamento-de-equipamentos/">Inova Unicamp: “Software desenvolvido na Unicamp otimiza setor da saúde no Brasil por meio de gerenciamento de equipamentos”</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem de série especial para o Prêmio Inventores 2025 da Inova UNICAMP apresenta tecnologias desenvolvidas na Universidade e destaca o software GETS.</em></p>



<span id="more-5124"></span>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size">Confira abaixo trecho da matéria &#8211; link para o texto integral ao final do texto.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Texto:&nbsp;</strong>Isabele Scavassa&nbsp;– Inova Unicamp&nbsp;<strong>| Fotos:</strong>&nbsp;Pedro Amatuzzi – Inova Unicamp</p>



<p>Há quinze anos, o Sistema de Gerenciamento de Tecnologia para a Saúde era implementado na <a href="http://unicamp.br/unicamp">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)</a>. De lá para cá, o <a href="https://www.ceb.unicamp.br/tag/gets/" title="GEtS"><strong>GETS</strong></a>, como é conhecido, permitiu ampliar a perspectiva sobre o conhecimento de equipamentos odonto-médico-hospitalares. Criado por um docente e dois pesquisadores da Universidade, o programa de computador tem como objetivo <strong>facilitar o gerenciamento de parques tecnológicos de instituições de saúde</strong>. </p>



<p>O monitoramento é feito por meio de um software que oferece indicadores para a gestão do ciclo de vida e histórico de manutenções dos equipamentos. Por meio dessas informações, o gestor consegue identificar alertas que podem significar adversidades ou falhas humanas.</p>



<p>A partir das funcionalidades do GETS, as equipes de hospitais e outras instituições de saúde conseguem&nbsp;<strong>identificar equipamentos que apresentam alto índice de falhas&nbsp;</strong>e excessivo gasto com manutenção, por exemplo. Para que tudo isso aconteça, o software utiliza uma nomenclatura padronizada de equipamentos e procedimentos de Engenharia Clínica e, a partir das informações inseridas, são gerados indicadores sobre o comportamento dos equipamentos.</p>



<p>Somente no último ano, a tecnologia alcançou seis instituições de saúde, com suporte da<a href="https://www.inova.unicamp.br/">&nbsp;Agência de Inovação Inova Unicamp</a>, agregando à lista de mais de 170 unidades de saúde que utilizam o programa. Foram elas:<a href="https://www.fhb.df.gov.br/">&nbsp;Fundação Hemocentro de Brasília</a>, Hospital Municipal de Diadema, Hospital e Maternidade Municipal de São José dos Pinhais,<a href="https://campinas.sp.gov.br/">&nbsp;Prefeitura Municipal de Campinas</a>,<a href="https://www.redemariogatti.sp.gov.br/">&nbsp;Rede Municipal Doutor Mário Gatti de Urgência e Emergência Hospitalar</a>,<a href="https://ics.ufba.br/">&nbsp;Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia</a>.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Autores por trás do código</strong></h2>



<p>O programa de computador já nasceu com uma pretensão significativa: a de mapear o funcionamento de equipamentos de saúde no Brasil.<strong> <a href="https://www.ceb.unicamp.br/tag/jose-wilson-bassani/" title="José Wilson Bassani">José Wilson Bassani</a></strong>, docente e responsável pela tecnologia, notou a <strong>necessidade de conhecer os equipamentos em uso no país </strong>quando era diretor do<a href="https://www.ceb.unicamp.br/"> Centro de Engenharia Biomédica (CEB)</a>. Pensando nisso, o GETS foi esboçado, no início dos anos 2000, a partir de uma estrutura matemática. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“De um lado, o país não sabia qual a condição funcional do seu parque de equipamentos da rede pública de saúde. De outro, a gente percebia que os nossos alunos formados na área de engenharia clínica não tinham condições de ter uma visão mais global e daquilo que eles próprios estavam fazendo”, comenta Bassani sobre o panorama do país quando teve a ideia de criar o GETS.</p>
</blockquote>



<p>Essas duas situações mencionadas, segundo o docente, mostravam que algo precisava ser feito, “não só para uso na universidade, mas para que tivesse uma abrangência maior”, explica. O software cujo berço foi o Laboratório Nacional para Gerenciamento de Tecnologia em Saúde (<strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/tag/lngts/" title="LNGTS">LNGTS</a></strong>) <strong>levou alguns anos para chegar ao seu piloto, lançado em 2010</strong>. </p>



<p>Para se concretizar, a criação do sistema contou com o apoio da engenheira clínica com mestrado na área de Engenharia Biomédica pela<a href="https://www.fee.unicamp.br/"> Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação</a> (FEEC) da Unicamp, <strong>Ana Cristina Bottura Eboli</strong>, e do analista de sistemas, <strong>Éder Trevisoli da Silva</strong>, responsável pelo desenvolvimento de software e manutenção da tecnologia envolvida no sistema. Também dispôs de fomento público da<a href="http://www.finep.gov.br/"> Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP)</a> e do<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br"> Ministério da Saúde</a> para seu desenvolvimento e, posteriormente, foi registrado pela Unicamp, com estratégia da Inova Unicamp. </p>



<p>O GETS sela um ciclo valioso para a Universidade, pois&nbsp;<strong>leva a invenção criada no âmbito acadêmico até a sociedade (estabelecimentos assistenciais de saúde da rede pública)&nbsp;</strong>e ainda retorna para seu ponto inicial com informações armazenadas em seu banco de dados. Esses dados, por sua vez, são utilizados para o propósito preliminar da tecnologia: compreender e estudar o panorama de equipamentos odonto-médico-hospitalares do Brasil.&nbsp;</p>



<p>As informações renderam pesquisas e, além disso, rendem diariamente diagnósticos importantes que podem gerar comparativos para os usuários e uma compreensão otimizada de equipamentos em uso nas instituições de saúde.&nbsp;</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Jornal da UNICAMP: Técnica otimiza controle de próteses</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/jornal-da-unicamp-tecnica-otimiza-controle-de-proteses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 13:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[eletromiografia de alta densidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal da Unicamp]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Pesquisa em Neuroengenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Abdala Elias]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Molinari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem entrevista pesquisadores do CEB e detalha projeto que utiliza eletromiografia de alta densidade para aprimorar o controle de próteses. Autoria Paula Pontes Penedo &#124; Edição de Imagem Alex Calixto Paulo Cavalheri &#124; Fotografia Antoninho Perri Interface aprimora a captação e o uso de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem entrevista pesquisadores do CEB e detalha projeto que utiliza eletromiografia de alta densidade para aprimorar o controle de próteses. </em></p>



<span id="more-4912"></span>



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<p class="has-small-font-size"><em>Autoria <a href="https://jornal.unicamp.br/autoria/paula-pontes-penedo/">Paula Pontes Penedo</a> | Edição de Imagem <a href="mailto:a&#108;&#101;&#120;&#99;&#109;&#97;&#116;&#64;&#117;&#110;&#x69;&#x63;&#x61;&#x6d;&#x70;&#x2e;&#x62;&#x72;">Alex Calixto </a><a href="&#x6d;&#97;&#x69;&#x6c;&#116;&#x6f;&#58;p&#x6a;&#99;&#64;&#x75;&#110;i&#x63;&#97;m&#x70;&#46;&#x62;&#x72;">Paulo Cavalheri</a> | Fotografia <a href="https://jornal.unicamp.br/autoria/antoninho-perri/">Antoninho Perri</a></em></p>



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<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><a href="https://jornal.unicamp.br/edicao/719/tecnica-otimiza-controle-de-proteses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/12/JU24_ED719_241205_WEB_reduzido_Pagina_capa.jpg" alt="" class="wp-image-4914" width="300" height="441" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/12/JU24_ED719_241205_WEB_reduzido_Pagina_capa.jpg 600w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/12/JU24_ED719_241205_WEB_reduzido_Pagina_capa-204x300.jpg 204w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Clique na capa e veja a matéria no site do Jornal da UNICAMP</em></figcaption></figure>



<p><strong>Interface aprimora a captação e o uso de sinais mioelétricos em pessoas que perderam a mão ou parte do antebraço</strong></p>



<p>Você, leitor, que chegou até aqui, já parou para refletir sobre o papel das mãos na sua experiência de leitura? Talvez você esteja em posse da edição impressa do jornal, os polegares pressionando suavemente as laterais destas folhas, enquanto os dedos indicador, médio, anelar e mínimo se dobram para dar suporte à capa e contracapa. Ou quem sabe esta seja a versão online da reportagem e, com um smartphone firmemente apoiado em sua palma, você desliza o dedo sobre a tela para “rolar” a página do website. Mas pode ser também que você não tenha uma ou nenhuma das mãos e, nesse caso, ler estas palavras pode não ser tão fácil sem algum tipo de assistência.</p>



<p>Para a maioria das pessoas, o controle preciso dos próprios gestos é algo tão instintivo que o esforço necessário para dobrar um único dedo se torna quase inconsciente. No entanto, para quem sofreu amputações, controlar uma prótese de mão traduz-se em um desafio significativo, que exige um período de adaptação e treinamento, além da compreensão de que esses dispositivos podem não atingir o nível de flexibilidade desejado. Agora, porém, um projeto do <strong>Centro de Engenharia Biomédica</strong> (<strong>CEB</strong>) da Unicamp está próximo de tornar o controle desses equipamentos mais preciso e sofisticado, por meio de uma interface que aprimora a captação e o uso de sinais mioelétricos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Para quem sofreu amputações, controlar uma prótese de mão [é] um desafio significativo. (&#8230;) Um projeto do CEB da Unicamp está próximo de tornar o controle desses equipamentos mais preciso e sofisticado&#8221;</p>
</blockquote>



<p>O músculo esquelético produz os sinais mioelétricos quando o sujeito faz força de modo a realizar um movimento. Iniciado no cérebro, tal comando propaga-se através de neurônios da medula espinhal ou do tronco encefálico – os neurônios motores – até chegar às fibras musculares. Essas, por sua vez, funcionam como um amplificador do sinal, que pode ser lido por eletrodos. Como gestos diferentes enviam padrões e amplitudes distintas, os eletrodos conseguem identificar a intenção de cada movimento individualmente. “Então a ideia é que a gente consiga aproveitar a musculatura que originalmente realizava aqueles movimentos para fazer a interface. Ela coleta o sinal, processa esse sinal e faz a intenção do movimento atuar na prótese”, explica o docente <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/pesquisadores/leonardo-abdala-elias/" title="Leonardo Abdala Elias">Leonardo Abdala Elias</a></strong>, que coordena a pesquisa.</p>



<p>Embora o emprego de sinais do tipo não represente uma novidade na produção de próteses, o projeto da Unicamp utiliza uma técnica por enquanto ausente de dispositivos comerciais. Chamado de <strong>eletromiografia de alta densidade</strong>, esse recurso utiliza um número bem mais elevado de eletrodos em uma pequena região do corpo, permitindo a coleta de um volume maior de sinais referentes a uma área do músculo. No caso do sistema em desenvolvimento, 128 canais mapeiam toda a região registrada, o que significa 128 sinais capturados para identificar a realização do gesto. A título de comparação, próteses típicas usam entre dois e oito canais para ler a intenção de um movimento.</p>



<p>Financiada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), a tecnologia, segundo a meta dos pesquisadores, atenderá a pessoas que perderam a mão ou parte do antebraço em acidentes de trabalho. No entanto ainda há um longo caminho a percorrer. Neste momento, o projeto já possui um sistema de aquisição, um registro e um processamento dos sinais bem validado e robusto, mas faz-se necessário ainda aperfeiçoar o aspecto mecânico da prótese – produzida por meio de técnicas de impressão 3D a partir de um modelo&nbsp;<em>open hardware</em>&nbsp;de mão biônica fornecido pela empresa Open Bionics. Isso inclui tanto a melhoria da capacidade de movimentação quanto a elaboração de acessórios para o acoplamento da prótese no braço do usuário amputado.</p>



<p>“Nesta etapa, a gente está conseguindo extrair a intenção dos movimentos com um grau de liberdade. A mão humana, no entanto, possui cerca de 25 graus de liberdade, que se referem às formas como ela pode se mover em cada articulação ativando os músculos de maneira sinérgica”, comenta o engenheiro Ricardo Molinari, que desenvolve seu doutorado dentro do projeto. Responsável por compreender as características eletrofisiológicas do sistema neuromuscular e por desenvolver o sistema de movimentação da prótese, Molinari explica que o grupo de cientistas trabalha, por ora, com uma versão simplificada do produto. “O protótipo consegue fazer os principais movimentos do ponto de vista funcional, como pegada de força, precisão e pinça com três dedos, mas realizando um tipo de movimento por vez, o que é uma etapa muito preliminar”, esclarece.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Próximos passos</strong></h2>



<p>Um dos principais desafios para melhorar a flexibilidade da prótese passa por promover o controle simultâneo e proporcional dos movimentos, permitindo à mão mecânica mover os dedos de maneira individual e combinada. Além disso, há a necessidade de aprimorar o algoritmo responsável por identificar a intenção dos movimentos a partir dos 128 canais, disponibilizando um controle simultâneo de um maior número de graus de liberdade. Vale ressaltar, no entanto, que a meta dos pesquisadores não se resume a criar a prótese mecânica mais flexível do mercado – algo já disponível, ainda que a preços substanciais –, mas construir um sistema de aquisição e controle aberto, capaz de controlar tanto as próteses simples quanto as mais sofisticadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;(&#8230;) a meta dos pesquisadores não se resume a criar a prótese mecânica mais flexível do mercado, mas construir um sistema de aquisição e controle aberto, capaz de controlar tanto as próteses simples quanto as mais sofisticadas&#8221;.</p>
</blockquote>



<p>Os cientistas ainda precisam, no entanto, testar a tecnologia em pessoas que não possuem as mãos, algo a ser realizado a partir do ano que vem. Até agora, os testes com voluntários não amputados permitiram treinar o algoritmo que controla a interface e obter dados normativos e padronizados sobre a cinemática da mão humana. Tal levantamento tem sido conduzido pelo pesquisador de pós-doutorado Guilherme Augusto Gomes. Para coletar esses movimentos, a doutoranda Valéria Carrillo modelou, criando um ambiente virtual, o laboratório e a prótese de mão com controle semelhante ao usado no sistema físico de Molinari.</p>



<p>Nos experimentos, oito câmeras de infravermelho posicionadas na Divisão de Neuromecânica e Neurorreabilitação do <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/pesquisa/laboratorios/laboratorio-de-pesquisa-em-neuroengenharia/" title="Laboratório de Pesquisa em Neuroengenharia">Laboratório de Pesquisa em Neuroengenharia</a></strong> (NER) do CEB detectam os marcadores retrorreflexivos acoplados ao corpo de um usuário. A tecnologia, além de reconstruir a biomecânica do corpo humano nesse ambiente, busca permitir que os voluntários amputados pratiquem usar a prótese em um ambiente virtual imersivo – com a utilização de óculos 3D – antes de iniciarem o processo com o protótipo físico.</p>



<p>De acordo com Elias, o treinamento no ambiente virtual visa auxiliar voluntários que estejam há anos sem utilizar a musculatura esquelética, fazendo com que se adaptem ao uso da tecnologia para controlar um novo membro. “Pretendemos, ao fazer isso em um ambiente imersivo e não em uma tela, fornecer várias alternativas de interação e permitir que o paciente fique mais engajado no treinamento. Vamos utilizar os testes funcionais em ambiente virtual para treinar a pessoa e, em paralelo, introduzir o uso da prótese física, até o momento da protetização efetiva”, finaliza o docente.</p>



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		<title>Inova Unicamp: Programa de computador gerencia mais de 90 mil equipamentos em hospitais universitários federais</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/inova-unicamp-programa-de-computador-gerencia-mais-de-90-mil-equipamentos-em-hospitais-universitarios-federais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 22:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[FEEC]]></category>
		<category><![CDATA[GEtS]]></category>
		<category><![CDATA[José Wilson Magalhães Bassani]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O GETS gerencia atualmente mais de 90 mil equipamentos em 59 unidades de 44 hospitais universitários espalhados pelo Brasil. Esta matéria compõe a série Prêmio Inventores 2024 &#124; Texto: Ana Paula Palazi – Inova Unicamp &#124; Foto: Pedro Amatuzzi – Inova Unicamp Imagine precisar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O GETS gerencia atualmente mais de 90 mil equipamentos em 59 unidades de 44 hospitais universitários espalhados pelo Brasil.</em></p>



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<p><em><strong>Esta matéria compõe a série Prêmio Inventores 2024 | Texto: </strong>Ana Paula Palazi – Inova Unicamp <strong>| Foto:</strong> Pedro Amatuzzi – Inova Unicamp</em></p>



<p>Imagine precisar saber quantos angiógrafos um determinado hospital possui ou ainda qual a idade, o estado de cada um deles e a última manutenção recebida. Agora amplie essa pesquisa para hospitais do Brasil inteiro. Com o <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/equipe-do-gets-e-premiada-no-premio-inventores-da-unicamp-2023/" title="Equipe do GETS é premiada no Prêmio Inventores da Unicamp 2023">GETS </a></strong>– apelido para Sistema de Gerenciamento de Tecnologia para a Saúde –, um programa de computador desenvolvido pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a tarefa que poderia consumir dias de levantamento é resolvida em poucos minutos e com alguns cliques. </p>



<p>Licenciado pela Unicamp para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), o software tem sido protagonista na gestão de núcleos de <strong>Engenharia Clínica</strong> de unidades de saúde ligadas à maior rede de hospitais universitários do Brasil, proporcionando acompanhamento em tempo real de milhares de equipamentos odontológicos, médicos e hospitalares, e orientando a tomada de decisões a partir de dados.</p>



<p>A licença mais recente para implantação do GETS na rede EBSERH foi firmada pela Unicamp com o Hospital Universitário da Universidade Federal de Macapá (UNIFAP), por meio da Agência de Inovação Inova Unicamp, que é a responsável pela proteção e transferência de tecnologias desenvolvidas na Universidade.</p>



<p>“Hoje, nós temos o sistema GETS em todas as filiais da EBSERH e pretendemos firmar nova licença para o Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que recentemente passou a ser administrado pela EBSERH”, disse Victor Hugo Batista Tsukahara, chefe de Serviço de Engenharia Clínica da empresa pública.</p>



<p>O GETS gerencia atualmente mais de 90 mil equipamentos em 59 unidades de 44 hospitais universitários espalhados pelo Brasil filiados à EBSERH, além da sede da empresa pública. Um parque tecnológico avaliado em 25 bilhões de reais. Contabilizando todas as unidades de saúde atendidas pelo sistema GETS no país, são mais de 140 mil equipamentos cadastrados em 176 unidades públicas de saúde distribuídas por 23 estados e o Distrito Federal.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Como funciona o sistema desenvolvido pela Unicamp</strong></h2>



<p>O GETS funciona como uma ferramenta de gestão para núcleos de Engenharia Clínica de unidades de saúde, proporcionando acompanhamento em tempo real dos equipamentos usados em diferentes unidades, como maternidades, pequenos hospitais e grandes centros de referência, centros de saúde, unidades especializadas e pronto socorros. O sistema mantém um inventário padronizado e um histórico detalhado, que oferece indicadores clássicos e inovadores para a gestão de fluxos de manutenção e ciclo de vida dos equipamentos.</p>



<p>A partir das informações inseridas no GETS e analisadas por engenheiros clínicos, foi possível identificar, por exemplo, uma falha recorrente em um lote de respiradores usados no Hospital de Clínicas da Unicamp, apresentando evidências que embasaram o recall com a atualização dos aparelhos junto ao fabricante, evitando interrupções no atendimento à população.</p>



<p>“É praticamente impossível oferecer atendimento à saúde de modo rápido, eficaz e a custo razoável sem o uso de inúmeros equipamentos e tecnologias. Com o GETS é possível coordenar os processos de aquisição de equipamentos, de peças, ordens de serviços, contratos e outros fluxos de Engenharia Clínica de forma estratégica e eficiente, orientada por dados”, afirma <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/pesquisadores/jose-wilson-magalhaes-bassani/" title="José Wilson Magalhães Bassani">José Wilson Magalhães Bassani</a></strong>, docente da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) e pesquisador do <strong>Centro de Engenharia Biomédica</strong> (<strong>CEB</strong>) da Unicamp, que é um dos autores do sistema GETS. </p>



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<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Histórico e desenvolvimento do GETS</strong></h2>



<p>O programa de computador foi idealizado pelo professor Bassani no início dos anos 2000. A proposta era criar um sistema que padronizasse a nomenclatura e centralizasse as informações dos equipamentos, fornecendo uma visão integrada e confiável do parque tecnológico de saúde de um hospital.&nbsp;</p>



<p>A partir de 2010, com a criação de uma equipe multidisciplinar que conta com a participação da engenheira clínica <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/equipe-do-gets-e-premiada-no-premio-inventores-da-unicamp-2023/" title="Equipe do GETS é premiada no Prêmio Inventores da Unicamp 2023">Ana Cristina Bottura Eboli</a></strong> e do analista de sistemas <a href="https://www.ceb.unicamp.br/software-da-unicamp-gerencia-tecnologia-em-instituicoes-de-saude/" title="Software da Unicamp gerencia tecnologia em instituições de saúde"><strong>Eder Trevisoli da Silva</strong></a>, o GETS começou a funcionar. O <em>software,</em> desenvolvido com fomento público para inovação da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e do Ministério da Saúde, foi registrado pela Universidade, com estratégia da Inova Unicamp, e desde 2020 vem sendo implantado nos hospitais da rede EBSERH.</p>



<p>Além disso, o GETS tem evoluído constantemente. A partir da licença de uso do programa de computador, a Unicamp desenvolveu, em parceria com a EBSERH, novos módulos, como o de calibração do equipamento, e continua a ajustar o sistema para melhor atender à rotina dos hospitais. “O armazenamento de grandes volumes de dados é um desafio crescente”, comenta Tsukahara.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Implantação e parceria entre Unicamp e EBSERH</strong></h2>



<p>A parceria entre a Unicamp e a EBSERH, foi um marco na implatação do GETS em larga escala. A empresa pública, criada em 2011 como um braço do Ministério da Educação para gerir os hospitais universitários federais, encontrou no GETS uma solução viável, técnica e econômica, para unificar a gestão de equipamentos em sua rede. “Antes do GETS, cada hospital filiado à EBSERH tinha sua própria solução de gerenciamento, mas agora, conseguimos enxergar e gerenciar todo o parque tecnológico de forma integrada”, afirma Tsukahara.</p>



<p>O chefe de Serviço de Engenharia Clínica da empresa pública, que acompanhou o processo de análise de diferentes sistemas disponíveis no mercado, destaca que o GETS se sobressaiu por sua robustez e pela capacidade de atender às exigências técnicas e operacionais dos hospitais da rede. Além disso, o fato de ser um sistema sem custos adicionais, já financiado com investimentos públicos, pesou na decisão. “O GETS possuía a maioria dos critérios e dos requisitos técnicos exigidos pelo nosso grupo de trabalho”, afirma.</p>



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<p></p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Benefícios e resultados</strong>&nbsp;<strong>do GETS, software da Unicamp</strong></h2>



<p>O GETS trouxe uma série de benefícios para os hospitais universitários. Entre eles, destaca-se a capacidade de gerar inventários padronizados dos equipamentos, o que permite uma visão clara e detalhada das máquinas disponíveis e suas condições de funcionamento. “A rapidez no conserto significa mais pacientes sendo atendidos. Para um hospital público, isso representa menos filas no SUS”, comenta Ana Cristina Bottura Eboli.</p>



<p>O sistema também facilita a identificação de equipamentos que apresentam alto índice de falhas e custos excessivos de manutenção. Com isso, as equipes de Engenharia Clínica podem priorizar a substituição dessas máquinas, evitando interrupções no atendimento e otimizando o uso dos recursos públicos. </p>



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<p></p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Desafios e futuro do GETS da Unicamp</strong></h2>



<p>Apesar dos avanços, o GETS ainda enfrenta desafios. A expansão do sistema para um número maior de hospitais esbarra em questões estruturais e depende da manutenção do investimento público e da contratação de novos profissionais. “Para manter toda a estrutura do sistema e crescer mais rápido, precisamos de mais gente na equipe”, afirma Bottura. Outro desafio crescente é o armazenamento de grandes volumes de dados.</p>



<p>Tsukahara menciona que a rede EBSERH ainda busca uniformizar os procedimentos de engenharia clínica em todos os hospitais, garantindo que, independentemente do tamanho ou localização da unidade, o padrão de qualidade na gestão de equipamentos seja mantido. “O GETS tem sido fundamental nesse processo, uniformizando a base de informações das engenharias clínicas da Rede EBSERH, fornecendo dados e análises que orientam desde a necessidade de atualizações de fluxos e processos relacionados à gestão do parque de equipamentos médico-hospitalares até o apoio no planejamento de substituição de equipamentos de alta complexidade”.</p>



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<p></p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Impacto da tecnologia da Unicamp no SUS e na ciência</strong></h2>



<p>O impacto do GETS vai além da gestão hospitalar. Com o tempo, o fluxo contínuo de dados permitirá ao sistema gerar previsões mais precisas e apoiar a ciência com análises mais robustas. O programa de computador tem sido licenciado de forma gratuita para os hospitais públicos. “O que nós ganhamos com isso é um grande banco de informações”, explica Bassani, destacando que o sistema já contribuiu para uma série de publicações científicas, teses e dissertações, como a do próprio Tsukahara.</p>



<p>Além disso, o GETS tem o potencial de influenciar diretamente a qualidade do atendimento nos hospitais licenciados do Sistema Único de Saúde (SUS). “Estamos respondendo a perguntas que não podem ficar sem resposta nos níveis municipal, estadual ou federal”, complementa Bassani. A eficiência na manutenção dos equipamentos significa menos tempo de máquina parada e, consequentemente, menos interrupções nos atendimentos. Isso é primordial em um sistema de saúde que já enfrenta desafios significativos de capacidade e recursos. </p>



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<p></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>PRÊMIO INVENTORES 2024</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>INVENTORES PREMIADOS:</strong></h3>



<p>José Wilson Magalhães Bassani (FEEC e CEB), Ana Cristina Bottura Eboli (CEB) e Eder Trevisoli da Silva (CEB) foram premiados na categoria <strong>Propriedade Intelectual Licenciada</strong> no Prêmio Inventores 2024.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>PROGRAMAÇÃO DE HOMENAGENS</strong></h2>



<p>Esta reportagem integra a série de reportagens especiais em celebração ao Prêmio Inventores 2024, que abordam algumas das tecnologias licenciadas, absorvidas pelo mercado e empresas spin-offs acadêmicas da Universidade Estadual de Campinas. Você pode acessar esses conteúdos pelo<a href="https://www.inova.unicamp.br/">&nbsp;<strong>site da Inova</strong></a>&nbsp; ou em formato de ebook na<a href="https://www.inova.unicamp.br/biblioteca/">&nbsp;<strong>Revista Prêmio Inventores 2024</strong></a>&nbsp;com lançamento previsto para este mês<strong>.</strong>&nbsp;A programação do Prêmio Inventores também incluiu o&nbsp;<strong>webinar sobre os 20 anos da Lei de Incentivo à Inovação</strong>&nbsp;e casos de sucesso de tecnologias da Unicamp absorvidas no mercado, que aconteceu no dia 10 de setembro. A gravação do webinar está<a href="https://www.youtube.com/watch?v=RL_Fz04QewI">&nbsp;disponível neste link</a>.</p>



<p>Confira todos os premiados e homenageados no site<a href="https://www.inova.unicamp.br/premioinventores">&nbsp;<strong>Prêmio Inventores da Unicamp</strong></a>.</p>



<p><strong>Os patrocinadores do Prêmio Inventores 2024 são:</strong><a href="https://www.clarkemodet.com/pt-pt/"> ClarkeModet</a> e<a href="https://www.fm2s.com.br/"> FM2S</a></p>



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		<item>
		<title>EPTV: entenda o que faz um engenheiro biomédico</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/eptv-entenda-o-que-faz-um-engenheiro-biomedico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[EPTV]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal da EPTV]]></category>
		<category><![CDATA[Rosana Almada Bassani]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do CEB são entrevistados pelo Jornal da EPTV 1ª Edição para o quadro &#8216;Cadê minha Vaga&#8217;, que explica o que é a profissão de Engenheiro(a) Biomédico. Um profissional fundamental para a área da Saúde, mas que também está vinculado...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores do CEB são entrevistados pelo Jornal da EPTV 1ª Edição para o quadro &#8216;Cadê minha Vaga&#8217;, que explica o que é a profissão de Engenheiro(a) Biomédico.</em></p>



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<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Um profissional fundamental para a área da Saúde, mas que também está vinculado a outras áreas do conhecimento, como a tecnologia e a inovação, ajudando na criação e no desenvolvimento de equipamentos e tecnologias que podem salvar vidas. Esse é o Engenheiro Biomédico, profissão de destaque esta semana no quadro &#8220;<em>Cadê minha Vaga</em>&#8221; do <strong>Jornal da EPTV 1ª Edição</strong>, da Rede Globo. </p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/08/CEB-Unicamp-Divulgacao-CEB-no-Jornal-da-EPTV-1a-Edicao-Cade-Minha-Vaga-Agosto-2024-Rosana-Almada-Bassani-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-4826" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/08/CEB-Unicamp-Divulgacao-CEB-no-Jornal-da-EPTV-1a-Edicao-Cade-Minha-Vaga-Agosto-2024-Rosana-Almada-Bassani-1024x577.jpg 1024w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/08/CEB-Unicamp-Divulgacao-CEB-no-Jornal-da-EPTV-1a-Edicao-Cade-Minha-Vaga-Agosto-2024-Rosana-Almada-Bassani-300x169.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/08/CEB-Unicamp-Divulgacao-CEB-no-Jornal-da-EPTV-1a-Edicao-Cade-Minha-Vaga-Agosto-2024-Rosana-Almada-Bassani-768x433.jpg 768w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2024/08/CEB-Unicamp-Divulgacao-CEB-no-Jornal-da-EPTV-1a-Edicao-Cade-Minha-Vaga-Agosto-2024-Rosana-Almada-Bassani.jpg 1192w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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</div>



<p>O programa visitou a Unicamp e conversou com pesquisadores, alunos e funcionários relacionados à profissão. Dentro os entrevistados está a dra. <strong>Rosana Almada Bassani</strong>, pesquisadora do <strong>CEB</strong>, que detalhou as pesquisas de seu grupo com equipamentos de estimulação cardíaca, estudando como aprimorar seu funcionamento e aumentar a eficiência com o mínimo potencial de causar lesão no miocárdio.</p>



<p>Assista ao vídeo completo da reportagem no link a seguir.</p>



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</div>



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		<title>TV Câmara Campinas: pesquisa do CEB estuda fadiga pós-COVID</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/tv-camara-campinas-pesquisa-do-ceb-estuda-fadiga-pos-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 17:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Abdala Elias]]></category>
		<category><![CDATA[NeuroCovid]]></category>
		<category><![CDATA[TV Câmara Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius de Oliveira Boldrini]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira a entrevista da TV Câmara Campinas com os pesquisadores do CEB dr. Vinicius Boldrini e dr. Leonardo Elias. Os efeitos da pandemia da COVID-19 parecem se estender por um longo tempo. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira a entrevista da TV Câmara Campinas com os pesquisadores do CEB dr. Vinicius Boldrini e dr. Leonardo Elias.</em></p>



<span id="more-4575"></span>



<p>Os efeitos da pandemia da <a href="https://www.ceb.unicamp.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/" title="Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro">COVID-19</a> parecem se estender por um longo tempo. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários meses relatam sequelas, como problemas de memória, cansaço e confusão mental. O grupo <strong>NeuroCovid </strong>da Unicamp estuda possíveis intervenções para auxiliar a reduzir os sintomas de <strong>fadiga </strong>&#8211; uma das queixas mais comuns &#8211; em pessoas que tiveram a COVID-19. A <strong>TV Câmara Campinas</strong> entrevistou pesquisadores do <strong>CEB </strong>que participam do grupo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="CÂMARA TOTAL - ESTUDO FADIGA PÓS-COVID 04-07-2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KyGyWAJNiTY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Nós observamos que os pacientes, depois da infecção pela COVID-19, apresentam como um dos principais sintomas a fadiga, além de dificuldades para andar, de memória, também o chamado &#8216;<em>brain fog</em>&#8216; (confusão mental). Então, estamos investigando se essa terapia &#8211; a <strong>estimulação transcraniana por corrente contínua</strong> &#8211; pode diminuir esses efeitos a longo prazo da infecção&#8221;, comentou o dr. <strong>Vinicius de Oliveira Boldrini</strong>, pesquisador de pós-doutorado no CEB.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini.jpg" alt="" class="wp-image-4579" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini.jpg 800w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini-300x169.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>O pesquisador explica que a estimulação transcraniana é uma intervenção leve, sutil, segura e capaz de alterar o nível de excitação do cérebro. A modulação dessa estimulação é que está sendo testada como potencial medida terapêutica. Já há relatos na literatura científica de que a técnica traz benefícios ao tratamento de algumas doenças neurológicas.</p>



<div style="height:32px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Pesquisa busca voluntários</strong></h2>



<p>Interessados em participar da pesquisa devem ter contraído a COVID em 2020 ou 2021 e percebido sintomas de fadiga e cansaço iniciados após a recuperação. O protocolo de pesquisa dura 30 minutos por 03 dias, e até 02h30 em 02 dias. Para participar, basta entrar em contato com o CEB.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua.jpg" alt="" class="wp-image-4580" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua.jpg 800w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua-300x169.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>E-mail: &#110;&#x65;r&#108;&#x61;&#98;&#x40;u&#110;&#x69;c&#x61;&#x6d;&#112;&#x2e;b&#114;</em></strong></li>



<li><strong><em>WhatsApp: (19) 9 91 34 49 10</em></strong></li>
</ul>



<p>&#8220;Se nós demonstrarmos que essa terapia tem um efeito benéfico na redução da fadiga, certamente isso terá um impacto positivo para que possamos propor novos estudos, com grupos maiores de pacientes &#8211; os chamados estudos clínicos &#8211; e isso pode, sim, chegar até o hospital, às clínicas, para promover a reabilitação desses pacientes que chegam com sequelas [da COVID]&#8221;, explicou na reportagem o dr. <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, coordenador do CEB.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias.jpg" alt="" class="wp-image-4581" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias.jpg 800w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias-300x169.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/tv-camara-campinas-pesquisa-do-ceb-estuda-fadiga-pos-covid/">TV Câmara Campinas: pesquisa do CEB estuda fadiga pós-COVID</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 13:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Elias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria da Agência FAPESP destaca testes desenvolvidos pelo pesquisador Leonardo Elias, do CEB, para quantificação da fadiga &#8211; um dos sintomas mais comuns da COVID longa. Julia Moióli, de Campinas &#124; Agência FAPESP – Mesmo as infecções mais leves pelo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria da Agência FAPESP destaca testes desenvolvidos pelo pesquisador Leonardo Elias, do CEB, para quantificação da fadiga &#8211; um dos sintomas mais comuns da COVID longa.</em></p>



<span id="more-4547"></span>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/06/CEB-Unicamp-Divulgacao-Agencia-FAPESP-Quantificacao-de-Fadiga-na-COVID-imagem-agencia.jpg" alt="CEB Unicamp - Divulgacao Agencia FAPESP Quantificacao de Fadiga na COVID - imagem agencia" class="wp-image-4553" width="296" height="237" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/06/CEB-Unicamp-Divulgacao-Agencia-FAPESP-Quantificacao-de-Fadiga-na-COVID-imagem-agencia.jpg 395w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/06/CEB-Unicamp-Divulgacao-Agencia-FAPESP-Quantificacao-de-Fadiga-na-COVID-imagem-agencia-300x240.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 296px) 100vw, 296px" /><figcaption class="wp-element-caption" style="font-size:0.8em">Por meio de exames de ressonância magnética e testes variados, pesquisadores brasileiros analisam alterações biológicas e buscam relacioná-las aos sintomas mais relatados por pacientes: ansiedade, depressão, sonolência e fadiga. Os resultados mais recentes foram apresentados na nona edição do BRAINN Congress (imagem: kjpargeter/Freepik)</figcaption></figure>



<p><em>Julia Moióli, de Campinas | Agência FAPESP</em> – Mesmo as infecções mais leves pelo SARS-CoV-2 são capazes de causar alterações estruturais e funcionais no cérebro que podem desencadear manifestações neuropsiquiátricas, como ansiedade, depressão, fadiga e sonolência, além de comprometer o bem-estar, a saúde e a capacidade de trabalhar. Essa é a conclusão de alguns estudos sobre a COVID-19 apresentados na nona edição do BRAINN Congress, organizado pelo Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (BRAINN), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>



<p>“Antes da pandemia, o Brasil já era considerado um dos países mais ansiosos do mundo, com 9% da população relatando sintomas”, afirma Clarissa Yasuda, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e integrante do BRAINN. “Observamos agora que os níveis de ansiedade e depressão são maiores em pessoas que testaram positivo para a COVID.”</p>



<p>Um dos trabalhos apresentados no evento mostrou, com base em exames de ressonância magnética realizados três meses após a infecção, que pacientes com COVID longa apresentam atrofia da massa cinzenta e padrão generalizado de hiperconectividade cerebral.</p>



<p>Embora ainda se desconheçam a duração dessas alterações e seu significado do ponto de vista biológico, os resultados do trabalho, publicado em um suplemento especial da revista Neurology pela graduanda na FCM-Unicamp Beatriz Amorim da Costa e colaboradores, podem sugerir disfunção cognitiva – condição que, de acordo com a literatura científica, é consideravelmente afetada por sintomas de ansiedade e depressão.</p>



<p>“Fica o alerta para a dimensão das possíveis consequências da pandemia”, diz Yasuda, orientadora da pesquisa.</p>



<p>A atrofia na massa cinzenta aparece em análises de ressonância magnética dos cérebros de pacientes infectados com quatro cepas diferentes de SARS-CoV-2 (alfa, delta, gama e zeta), cada uma com suas peculiaridades, mostrou o pesquisador Lucas Scárdua Silva em outro artigo divulgado em Neurology. O trabalho, também orientado por Yasuda, mostrou áreas de atrofia de substância cinzenta comuns às diferentes cepas examinadas, que incluem o lobo frontal e o sistema límbico.</p>



<p>Já o pesquisador Ítalo Karmann Aventurato constatou piora na memória verbal dos pacientes com todas as cepas estudadas pelo grupo (alfa, delta, gama e zeta). Os resultados da pesquisa, orientada por Yasuda, foram divulgados no mesmo periódico, que é editado pela Academia Americana de Neurologia.</p>



<p>Os trabalhos receberam financiamento da FAPESP por meio de três projetos (22/11740-4, 22/11786-4 e 21/09230-5).</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Impactos econômicos</strong></h2>



<p>O impacto da COVID longa na capacidade de trabalho foi o tema do estudo apresentado por Gabriel Monteiro Salvador, bolsista de iniciação científica da FAPESP. O estudante relacionou a persistência de sintomas neuropsiquiátricos, como sonolência excessiva, fadiga e sintomas de depressão e ansiedade, à capacidade de trabalho dos sobreviventes de COVID-19 e concluiu que ambas estavam diretamente relacionadas. Os dados foram divulgados no mesmo suplemento da Neurology.</p>



<p>Em uma primeira etapa, um grupo homogêneo de trabalhadores bancários, com características semelhantes de trabalho, rotina e nível educacional, respondeu a um questionário conhecido como Work Ability Index (WAI), que monitora a capacidade de trabalho, relatando, em sua maioria, problemas relacionados à memória e cognição. Depois de um acompanhamento por alguns meses, 62,5% dos participantes ainda apresentavam WAI reduzido.</p>



<p>“A perda econômica desses indivíduos é perceptível e aponta para a urgência de tratamentos específicos para reduzir tanto a sobrecarga individual quanto os prejuízos globais”, diz Salvador, que também foi orientado por Yasuda.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Quantificando a fadiga na prática</strong></h2>



<p>Um dos sintomas mais relatados por pacientes com COVID longa é a fadiga. O termo, porém, é comumente usado de forma genérica e não possui uma definição científica clara. Para quantificar esse sintoma, a equipe do <strong>Centro de Engenharia Biomédica (CEB)</strong> da Unicamp, liderada pelo pesquisador <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/pesquisadores/leonardo-abdala-elias/" title="Leonardo Abdala Elias">Leonardo Elias</a></strong>, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC), criou um modelo de testes que mede contrações musculares e força e aplicou um conjunto de testes para avaliar a função neuromuscular e a fatigabilidade de um músculo da mão, além da destreza manual.</p>



<p>Os participantes do experimento, financiado pelo Ministério Público do Trabalho, foram submetidos a uma série de tarefas e, durante sua realização, as forças do movimento de abdução do dedo indicador e da contração do músculo primeiro interósseo dorsal foram medidas com sensores e a eletromiografia (exame que registra a atividade elétrica do músculo). Além disso, realizaram o teste conhecido como Nine Hole Peg Test, em que é analisado o tempo necessário para se encaixar nove pinos em nove buracos e depois retirá-los.</p>



<p>Embora o trabalho apresente limitações, como baixo número de participantes e possível influência de sintomas de ansiedade e depressão, mostrou que os pacientes com sintomas de fadiga decorrentes da COVID longa apresentam de fato habilidade motora reduzida, com diminuição na capacidade de sustentar a força e redução da frequência de ativação de unidades motoras em uma tarefa de reação. O tempo de reação, no entanto, foi preservado. No Nine Hole Peg Test os pacientes tiveram uma piora na execução com a mão dominante em comparação com participantes-controle.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Entre as potenciais explicações para esses resultados estão o aumento da inibição intracortical [processo neurofisiológico em que a atividade de neurônios no córtex é reduzida], disfunção nas vias gabaérgicas [sistema que regula o processamento cognitivo e emocional], alterações nas funções executivas [habilidades cognitivas de controle de ações, emoções e pensamentos] e aumento da fadiga percebida”, acredita Elias.</p>
</blockquote>



<p>A nona edição do BRAINN Congress ocorreu em abril e reuniu mais de uma centena de pesquisadores. Além de COVID-19, foram abordados temas como Alzheimer, epilepsia do lobo temporal e reserva cognitiva. Mais informações em: <a href="http://www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/" target="_blank" rel="noopener" title="">www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/</a>.</p>



<p>As pesquisas orientadas por Yasuda também foram apresentadas em congresso promovido em abril pela Academia Americana de Neurologia, nos Estados Unidos. E foram divulgadas em suplemento especial da revista Neurology dedicado ao evento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O artigo Anxiety and depression are associated with limbic atrophy and severe disruption of brain functional connectivity after mild COVID-19 infection pode ser acessado em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/1998" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/1998</a>.</li>



<li>Já o estudo The MRI analysis of 300 subjects revealed grey matter atrophy of the frontal lobe and limbic system in four SARS-CoV-2 strains está disponível em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2787" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2787</a>.</li>



<li>A pesquisa Long-COVID-19 cognitive disfunction: strain-specific effects on 452 subjects pode ser encontrada em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204</a>.</li>



<li>E o artigo The analysis of 607 volunteers shows a reduction of workability in individuals with LONG-COVID syndrome associated with neuropsychiatric symptoms está publicado em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2090" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2090</a>.<br> </li>
</ul><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/">Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mais conforto em exames</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/mais-conforto-em-exames/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 03:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[José Wilson Magalhães Bassani]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conector uretral desenvolvido na Unicamp é lançado no mercado em benefício de pacientes Texto: Carolina Octaviano Foto: Thomaz Marostegan e divulgação Um dos focos das pesquisas voltadas à medicina é a busca por técnicas menos invasivas e incômodas para os...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conector uretral desenvolvido na Unicamp é lançado no mercado em benefício de pacientes</em></p>



<span id="more-4111"></span>



<p>Texto: Carolina Octaviano</p>



<p>Foto: Thomaz Marostegan e divulgação</p>



<p>Um dos focos das pesquisas voltadas à medicina é a busca por técnicas menos invasivas e incômodas para os pacientes, quando o assunto são os procedimentos cirúrgicos e a realização de exames. Com isso em mente, pesquisadores do Centro de Engenharia Biomédica (CEB) e da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp desenvolveram um dispositivo, chamado de conector uretral, que é capaz de diminuir o incômodo de pacientes homens durante o exame urodinâmico. A tecnologia, que foi licenciada em 2016 para a empresa Dynamed, situada em São Paulo, chegou recentemente ao mercado e tem beneficiado pacientes.</p>



<p>A empresa forneceu, no último ano, sete equipamentos com este conector acoplado. Ou seja, a tecnologia desenvolvida na Unicamp já está em uso por médicos urologistas do país. De acordo com Manoel Soares, sócio da Dynamed, a expectativa é que novos equipamentos devam ser comercializados nos próximos meses. &nbsp;“As primeiras unidades foram vendidas em feiras e congressos de Urologia. Por enquanto, estamos comercializando o aparelho diretamente para médicos, mas acreditamos que, logo, vamos conseguir fornecer o dispositivo também aos hospitais”, conta.</p>



<p>Ele acredita que, mesmo que muitos hospitais e clínicas médicas demandem de editais ou licitações para aquisição de aparelhos médicos, o fato de não haver tecnologia semelhante e com registro de patente, atualmente, no mercado é um diferencial para a empresa.&nbsp;Vale mencionar ainda que, a partir da aplicação médica, Soares já obteve alguns feedbacks positivos quanto à tecnologia. “Alguns médicos que apostaram no conector relataram que, em testes comparativos com o sistema convencional, a tecnologia demonstrou ser bastante eficaz e compatível aos testes convencionais”, comenta.&nbsp;Soares comenta ainda que, com o método convencional, os pacientes podem apresentar efeitos adversos como sangramentos e posteriores infecções.</p>



<p>Por ser um método menos invasivo, o uso do dispositivo garante maior conforto aos pacientes na avaliação urodinâmica, estudo do armazenamento, transporte e esvaziamento da bexiga. Isto é possível porque o conector uretral não exige a utilização de sondas durante o procedimento. “Permite maior conforto e segurança ao paciente durante o exame clínico que visa medir a pressão vesical (bexiga urinária) no chamado estudo pressão-fluxo”, frisa o professor Carlos Arturo Levi D´Ancona, da FCM e um dos responsáveis pela tecnologia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.inova.unicamp.br/wp-content/uploads/2019/07/Conector-Uretral-UMI.jpg" alt="" class="wp-image-17320"/></figure>



<p>O professor D´Ancona conta que é comum que os pacientes se queixem sobre o desconforto causado pelos exames tradicionais e isso foi um fator de motivação para reunir esforços e&nbsp;<em>expertises</em>&nbsp;dos profissionais do CEB e do FCM no desenvolvimento conjunto de uma nova tecnologia. “A ideia era simplificar o exame urodinâmico. Então, fui consultar o professor Bassani com esse problema. Após várias reuniões, surgiu a ideia do conector uretral. Depois, foi feito um protótipo que funcionou muito bem e começamos a fazer estudos para avaliar o potencial desse método”, recorda.</p>



<p>Outro ponto relevante do uso do conector uretral, que é confeccionado em PVC e teflon, é que ele permite a diminuição de custos, a partir de um sistema mais simplificado para avaliação urodinâmica. “Quando começamos nossas pesquisas em conjunto com os pesquisadores da Unicamp, já tínhamos em mente um produto final com preço acessível. Nossa máquina custa 8 mil reais, enquanto a convencional custa cerca de 24 mil”, revela Soares. “O produto desenvolvido procura fazer a medição de forma mais natural possível e tem um custo de desenvolvimento relativamente baixo e construção mais simples que outro existente no mercado”, completa o <strong>José Wilson Magalhães Bassani</strong>, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC), pesquisador do CEB e também inventor da tecnologia.</p>



<p>Para Bassani, o fato da tecnologia estar em utilização no mercado evidencia a importância do investimento em pesquisas realizadas na Universidade, demonstrando que os recursos financeiros foram revertidos em uma tecnologia de impacto para a saúde.&nbsp;“É parte do trabalho feito na Universidade propor novas ideias a partir da pesquisa básica e da formação de pessoal. É interessante ver que o investimento da universidade gerou resultados. Ver que o resultado pode beneficiar milhões de indivíduos é muito gratificante para as equipes de pesquisadores”, defende.</p>



<p>Originalmente publicado no&nbsp;<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/index.php/ju/noticias/2019/07/10/mais-conforto-em-exames">Jornal da Unicamp</a>.</p><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/mais-conforto-em-exames/">Mais conforto em exames</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tecnologias conquistam o mercado</title>
		<link>https://www.ceb.unicamp.br/tecnologias-conquistam-o-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 03:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal da Unicamp]]></category>
		<category><![CDATA[José Wilson Bassani]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas de ponta beneficiam a população, do hospital ao posto de combustível AUTORIA: PATRICIA MARIUZZO &#124; INOVA UNICAMP &#124; ESPECIAL PARA O JU FOTOS: REPRODUÇÃO &#124; AGÊNCIA INOVA EDIÇÃO DE IMAGEM: LUIS PAULO SILVA Do posto de combustível que você...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisas de ponta beneficiam a população, do hospital ao posto de combustível</p>



<p>AUTORIA: <a href="m&#97;&#105;&#x6c;&#x74;o:&#107;&#97;&#x73;&#x73;ab&#64;&#114;&#x65;&#x69;to&#114;&#x69;&#x61;&#x2e;u&#110;&#105;&#x63;&#x61;&#x6d;p&#46;&#98;&#x72;">PATRICIA MARIUZZO | INOVA UNICAMP | ESPECIAL PARA O JU</a></p>



<p>FOTOS: <a href="&#x6d;&#x61;&#105;&#108;to&#x3a;&#x6b;&#x61;&#115;sa&#x62;&#x40;&#x72;&#101;&#105;t&#x6f;&#x72;&#x69;&#97;&#46;u&#x6e;&#x69;&#x63;&#97;&#109;p&#46;&#x62;&#x72;">REPRODUÇÃO | AGÊNCIA INOVA</a></p>



<p>EDIÇÃO DE IMAGEM: <a href="mai&#108;&#116;&#111;&#x3a;&#x6c;&#x63;&#x61;&#x72;&#x6c;os&#64;&#114;&#101;&#105;&#116;&#x6f;&#x72;&#x69;&#x61;&#x2e;&#x75;nic&#97;&#109;&#112;&#x2e;&#x62;&#x72;">LUIS PAULO SILVA</a></p>



<p></p>



<p>Do posto de combustível que você frequenta ao hospital da sua cidade, tecnologias que nasceram na Unicamp estão presentes no seu dia a dia sem que você perceba. Essa chegada até o mercado é o processo conhecido como transferência de tecnologia. O órgão responsável por essa atividade na Unicamp é a Agência de Inovação, que intermedeia o contato da instituição com o setor empresarial.</p>



<p>“Estamos em primeiro lugar no número de patentes depositadas no Brasil. Nos últimos anos, sempre estivemos entre os 10 primeiros. Acredito que uma das razões disso não se relaciona com a opção de fazer pesquisa aplicada, mas sim, porque na Unicamp fazemos pesquisa de ponta. A inovação acontece nas fronteiras, quando pensamos fora da caixa”, explica Newton Frateschi, diretor da Inova Unicamp. “Nesse cenário, a Agência de Inovação tem um papel fundamental ao identificar essa pesquisa de ponta e dar confiança para o pesquisador para transformá-la em propriedade intelectual”, afirma.</p>



<p>Conheça a seguir exemplos de tecnologias que nasceram no âmbito acadêmico e chegaram até você.</p>



<p><br><strong>Software para hospitais</strong></p>



<p>Qual o gasto anual de um hospital na manutenção de equipamentos médicos? Quais máquinas consomem mais recursos? Como dimensionar equipes de manutenção? Quanto tempo determinado equipamento fica indisponível para uso? Qual a peça mais utilizada para manutenção? A aquisição e manutenção de equipamentos médico-hospitalares (EMH) têm um impacto significativo no orçamento dos estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS). A boa gestão desse patrimônio depende de respostas rápidas e objetivas para as questões acima. É exatamente isso que faz o software GETS: Gerenciamento de Tecnologia para Saúde, desenvolvido no Centro de Engenharia Biomédica (CEB), na Unicamp.</p>



<p>O GETS possibilita gerar um inventário padronizado de equipamentos odontométricos-hospitalares. Com ele, hospitais e instituições de saúde em geral podem gerir cada equipamento de forma mais eficiente, desde sua aquisição, manutenção, até a substituição, quando for o caso. “O GETS permite conhecer mais sobre <em>a saúde dos equipamentos para saúde</em>, gerando um diagnóstico sobre a situação funcional dos equipamentos médico hospitalares instalados nos estabelecimentos assistenciais de saúde da rede pública”, conta <strong>José Wilson Bassani</strong>, coordenador do CEB.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/inline-images/img_PREMIO_INOVA_tecnologia_pesquisadores_20180911.jpg" alt="Imagem: Reprodução"/><figcaption>Pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento do GETS</figcaption></figure>



<p>Desde 2013, o GETS está sendo utilizado pelo Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), ligado à Universidade Federal Fluminense (UFF). “A adoção da tecnologia aqui no HUAP possibilitou o gerenciamento integral do parque de equipamentos médico-hospitalares da instituição”, conta Yasser Issmail, chefe do Setor de Engenharia Clínica da instituição. Ele enumera vários benefícios do software: maior controle do parque de equipamentos; ganhos em produtividade, visto que, a partir de um controle mais eficiente dos equipamentos, é possível direcionar ações com mais precisão para a resolução de problemas; e aumento da qualidade no atendimento e na disponibilidade dos ativos através da programação mais eficiente das manutenções preventivas. “Tão importante quanto o que citei anteriormente é o controle de estoque e a consulta sobre o histórico de vida dos equipamentos. A partir dos dados registrados no GETS, é possível elaborar relatórios gerenciais com vários indicadores, informando mão de obra aplicada, tempo de disponibilidade dos equipamentos durante determinado período, entre outros”, explica Issmail.</p>



<p>A implantação do GETS requer a assinatura de um convênio de cooperação entre a instituição pública de saúde e a Unicamp, que estabelece um contrato de licença de uso do software sem custos para o EAS. “A instalação do software é bastante rápida, de uma a três semanas. A primeira atividade é a criação do inventário com dados fornecidos pela equipe local sob supervisão do CEB”, explica Bassani. O Hospital Estadual de Sumaré (HES-Unicamp), que também adotou a tecnologia está finalizando a fase do inventário. “Interagimos com todos os hospitais onde o GETS foi instalado e com as instituições que têm interesse em adquirir a tecnologia. Já temos uma lista de espera”, afirma.</p>



<p>O GETS já gerou um banco de dados com cerca de 20 mil equipamentos. A previsão, segundo Bassani, é que esse número chegue a 150 mil até o final do ano. Este banco de dados utiliza nomenclatura padronizada para os EMH e para as ações relacionadas a eles: manutenções corretivas, preventivas, instalações, ações sobre contratos, etc. “Internamente, a equipe que começa a utilizar o GETS, aprende muito sobre o que ela faz e sobre o que deveria fazer, olhando dados quantitativos e indicadores. Nesse sentido, a informação estrutural e organizada é uma ferramenta muito poderosa na área de engenharia clínica”, afirma Bassani.</p>



<p>Ele aponta ainda o potencial do GETS para pesquisa e ensino. “Todo o histórico das manutenções e da vida útil dos equipamentos está armazenado de modo recuperável e padronizado. Várias teses foram geradas durante a concepção do GETS e há pesquisas em andamento em várias áreas. Há pesquisadores interessados em explorar o ponto de vista matemático e computacional da tecnologia, o aspecto social, tendo em vista a economia que se pode gerar no sistema público de saúde, o gerencial, para o controle das equipes de manutenção e o da engenharia clínica, gerenciamento de custos, etc.”</p>



<p><br><strong>Ferramenta de decisão</strong></p>



<p>Um dos principais benefícios do GETS é gerar indicadores de desempenho da manutenção de equipamentos médicos. Segundo Bassani, o bom funcionamento de um equipamento pode ser resultado de vários fatores, como treinamento, nível de qualificação da equipe de manutenção e o tempo de uso dos equipamentos. “É claro que pesa muito a qualidade do equipamento e isso interessa aos fabricantes e fornecedores. Se um determinado equipamento falha em toda a rede – e essa é uma das informações que o GETS pode gerar –, isso pode ser um indicador de que ele, de fato, não é bom. Daí o interesse das empresas fornecedoras ou fabricantes em saber qual o desempenho dos seus equipamentos no conjunto dos hospitais. Há tecnologias que, com pequenos ajustes, podem passar a atender melhor”, explica. Nesse contexto, o GETS torna-se uma ferramenta estratégica para mineração de dados (<em>data mining</em>).</p>



<p><br><strong>Da universidade para os postos de gasolina</strong></p>



<p>Outro produto criado na Unicamp que permite aferir a qualidade de um produto é o Xerloq, que monitora a qualidade de combustíveis automotivos pela determinação do teor alcoólico do álcool etílico hidratado carburante (AEHC) e do teor de álcool etílico anidro combustível (AEAC) na gasolina. A tecnologia foi desenvolvida ao longo de uma pesquisa de doutorado no Instituto de Química e chegou ao mercado por meio de um licenciamento feito pela Tech Chrom, empresa que iniciou suas atividades na Incubadora de Base Tecnológica (Incamp) e que atua no desenvolvimento e aplicação de métodos e aparelhos analíticos. “Nós conhecemos essa pesquisa porque o Ismael Pereira Chagas, um dos autores da pesquisa, veio trabalhar na Tech Chrom. Quando vimos o potencial da tecnologia, decidimos ir atrás de financiamento para transformá-la em um produto”, conta Valter Matos, um dos fundadores da empresa.</p>



<p>A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabelece que a gasolina vendida nos postos pode ter entre 18% e 27% de álcool anidro em sua formulação. Já o etanol hidratado, utilizado como combustível, pode ter uma porcentagem de água entre 6,2% e 7,5%. Para se certificar de que esses limites foram respeitados e que estão vendendo combustível de qualidade, os postos de gasolina são orientados a testar o combustível que chega das distribuidoras. “Esse teste, no entanto, utiliza uma quantidade significativa de combustível, é demorado e está sujeito a falhas, caso o profissional do posto não seja devidamente treinado para executá-lo”, alerta Matos.</p>



<p>O Xerloq permite controlar a qualidade do combustível. De operação simples, ele precisa de apenas 1ml de combustível colocado em uma cubeta de vidro que é introduzido em uma cavidade de análise do aparelho. A leitura demora sete segundos, mostrando se o combustível foi ou não adulterado. Em 2014, a empresa ganhou o Prêmio de Inovação Tecnológica da ANP, na categoria micro, pequena ou média empresa fornecedora, em colaboração com empresa petrolífera.</p>



<p>O equipamento já está há seis anos no mercado. “O Xerloq está sendo utilizado em cerca de 300 postos de gasolina de todo o Brasil. Entre nossos clientes também há distribuidoras, usinas, indústrias, prefeituras e até empresas de pulverização aérea que utilizam aviões movidos a etanol”, revela Matos.</p>



<p>A rede Phoenix adotou o fotômetro da Tech Chrom nos sete postos de gasolina que ela gerencia em várias cidades do Estado de São Paulo. Para Renato Pelegrinetti, proprietário da rede, uma das grandes vantagens é a facilidade de fazer o teste. “Adotamos o equipamento há cerca de quatro anos e já houve casos em que devolvemos combustível para a distribuidora porque o fotômetro indicou adulteração. Como o teste é rápido e fácil, conseguimos testar todos os carregamentos que chegam sem comprometer a rotina do posto”, conta Pelegrinetti. Segundo ele, o Xerloq resguarda o posto em relação a supostas irregularidades e também dá segurança para os clientes que têm a certeza de estar comprando combustível e qualidade.</p>



<p><br><strong>Saúde do homem</strong></p>



<p>Um produto criado na Unicamp que está em vias de entrar no mercado é o conector uretral para avaliação urodinâmica. Desenvolvido por meio de uma parceria entre o CEB e a Faculdade de Ciências Médicas (FCM), o dispositivo foi licenciado pela Dynamed, fabricante de equipamentos médicos, que vai lançar o novo produto em setembro, no Congresso Paulista de Urologia. O estudo urodinâmico é um exame utilizado para avaliar a dinâmica de armazenamento, transporte e esvaziamento da bexiga. No caso dos homens, ele é indicado para investigar problemas como aumento da próstata e incontinência urinária, por exemplo. “O método usado hoje exige a introdução de uma sonda no canal da uretra do paciente, o que pode ser dolorido e ainda oferecer risco de infecção”, explica Manoel Soares, sócio da Dynamed.</p>



<p>Para encontrar uma solução, o professor Carlos Arturo Levi D’Ancona, da FCM, teve a colaboração do professor José Wilson Magalhães Bassani, do Centro de Engenharia Biomética. “Nós buscamos algo que fosse mais simples, rápido e não-invasivo e, partir das pesquisas, chegamos ao conector uretral”, revela D’Ancona. O novo dispositivo é feito de PVC e Teflon, tem o formato de um cone vasado de onde sai um conector que fica em contato com a uretra do paciente. Ele dispensa o uso de sonda e faz com que o exame seja concluído em apenas cinco minutos. Os testes foram feitos no Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp. “A grande vantagem é poder repetir o exame várias vezes ao longo do tratamento, sem gerar incômodo para o paciente. Isso vai permitir ao médico acompanhar a evolução do quadro e intervir sempre que necessário”, completa D’Ancona. O baixo custo do dispositivo também deve colaborar nesse sentido. “Foi uma experiência rica, que contou com expertises de várias áreas e com a parceria de uma empresa que vai levar nossa pesquisa para o mercado mais rapidamente. Como médico, é gratificante contribuir com esse resultado”, afirma D’Ancona.</p>



<p>A Dynamed licenciou essa tecnologia em 2016 e auxiliou na construção do protótipo. Segundo Soares, a área de Parcerias da Unicamp foi importante ao auxiliar na elaboração dos termos da parceria em todas as etapas, mesmo antes do licenciamento propriamente dito. “A Dynamed é uma empresa nacional que se mostrou bastante inovadora ao estabelecer essa parceria com a Unicamp. Foi um acordo que gerou benefícios para a Universidade e para a sociedade em longo prazo”, comemora Iara Ferreira, diretora de Parcerias da Inova Unicamp.</p>



<p><br><strong>Mercado internacional</strong></p>



<p>Além do mercado nacional, a empresa espera comercializar o conector fora do Brasil. A Dynamed participa de uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), juntamente com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil). Trata-se do projeto&nbsp;<em>Brazilian Health Devices,</em>&nbsp;que tem como objetivo fomentar as exportações das indústrias de artigos e equipamentos médico-hospitalares brasileiros fora do Brasil. “Participamos de feiras, missões internacionais e rodadas de negócios fora do Brasil e pretendemos apresentar o novo produto nessas ocasiões Estamos bastante otimistas por conta das vantagens do dispositivo em relação ao método de avaliação convencional”, finalizou.</p><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/tecnologias-conquistam-o-mercado/">Tecnologias conquistam o mercado</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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