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	<title>COVID - CEB Unicamp</title>
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	<description>Centro de Engenharia Biomédica da Unicamp</description>
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		<title>TV Câmara Campinas: pesquisa do CEB estuda fadiga pós-COVID</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 17:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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		<category><![CDATA[TV Câmara Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius de Oliveira Boldrini]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira a entrevista da TV Câmara Campinas com os pesquisadores do CEB dr. Vinicius Boldrini e dr. Leonardo Elias. Os efeitos da pandemia da COVID-19 parecem se estender por um longo tempo. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários...</p>
<p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/tv-camara-campinas-pesquisa-do-ceb-estuda-fadiga-pos-covid/">TV Câmara Campinas: pesquisa do CEB estuda fadiga pós-COVID</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira a entrevista da TV Câmara Campinas com os pesquisadores do CEB dr. Vinicius Boldrini e dr. Leonardo Elias.</em></p>



<span id="more-4575"></span>



<p>Os efeitos da pandemia da <a href="https://www.ceb.unicamp.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/" title="Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro">COVID-19</a> parecem se estender por um longo tempo. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários meses relatam sequelas, como problemas de memória, cansaço e confusão mental. O grupo <strong>NeuroCovid </strong>da Unicamp estuda possíveis intervenções para auxiliar a reduzir os sintomas de <strong>fadiga </strong>&#8211; uma das queixas mais comuns &#8211; em pessoas que tiveram a COVID-19. A <strong>TV Câmara Campinas</strong> entrevistou pesquisadores do <strong>CEB </strong>que participam do grupo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CÂMARA TOTAL - ESTUDO FADIGA PÓS-COVID 04-07-2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KyGyWAJNiTY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Nós observamos que os pacientes, depois da infecção pela COVID-19, apresentam como um dos principais sintomas a fadiga, além de dificuldades para andar, de memória, também o chamado &#8216;<em>brain fog</em>&#8216; (confusão mental). Então, estamos investigando se essa terapia &#8211; a <strong>estimulação transcraniana por corrente contínua</strong> &#8211; pode diminuir esses efeitos a longo prazo da infecção&#8221;, comentou o dr. <strong>Vinicius de Oliveira Boldrini</strong>, pesquisador de pós-doutorado no CEB.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="450" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini.jpg" alt="" class="wp-image-4579" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini.jpg 800w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini-300x169.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Vinicius-de-Oliveria-Boldrini-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>O pesquisador explica que a estimulação transcraniana é uma intervenção leve, sutil, segura e capaz de alterar o nível de excitação do cérebro. A modulação dessa estimulação é que está sendo testada como potencial medida terapêutica. Já há relatos na literatura científica de que a técnica traz benefícios ao tratamento de algumas doenças neurológicas.</p>



<div style="height:32px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Pesquisa busca voluntários</strong></h2>



<p>Interessados em participar da pesquisa devem ter contraído a COVID em 2020 ou 2021 e percebido sintomas de fadiga e cansaço iniciados após a recuperação. O protocolo de pesquisa dura 30 minutos por 03 dias, e até 02h30 em 02 dias. Para participar, basta entrar em contato com o CEB.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="450" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua.jpg" alt="" class="wp-image-4580" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua.jpg 800w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua-300x169.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-estimulacao-transcranicana-por-corrente-continua-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>E-mail: &#110;&#x65;r&#108;&#x61;b&#x40;&#x75;&#110;&#x69;c&#97;&#x6d;p&#46;&#x62;&#114;</em></strong></li>



<li><strong><em>WhatsApp: (19) 9 91 34 49 10</em></strong></li>
</ul>



<p>&#8220;Se nós demonstrarmos que essa terapia tem um efeito benéfico na redução da fadiga, certamente isso terá um impacto positivo para que possamos propor novos estudos, com grupos maiores de pacientes &#8211; os chamados estudos clínicos &#8211; e isso pode, sim, chegar até o hospital, às clínicas, para promover a reabilitação desses pacientes que chegam com sequelas [da COVID]&#8221;, explicou na reportagem o dr. <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, coordenador do CEB.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias.jpg" alt="" class="wp-image-4581" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias.jpg 800w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias-300x169.jpg 300w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/07/CEB-Unicamp-Divulgacao-TV-Camara-Campinas-pesquisa-CEB-fadiga-COVID-19-dr-Leonardo-Abdala-Elias-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/tv-camara-campinas-pesquisa-do-ceb-estuda-fadiga-pos-covid/">TV Câmara Campinas: pesquisa do CEB estuda fadiga pós-COVID</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEB-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 13:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEB na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Elias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria da Agência FAPESP destaca testes desenvolvidos pelo pesquisador Leonardo Elias, do CEB, para quantificação da fadiga &#8211; um dos sintomas mais comuns da COVID longa. Julia Moióli, de Campinas &#124; Agência FAPESP – Mesmo as infecções mais leves pelo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria da Agência FAPESP destaca testes desenvolvidos pelo pesquisador Leonardo Elias, do CEB, para quantificação da fadiga &#8211; um dos sintomas mais comuns da COVID longa.</em></p>



<span id="more-4547"></span>



<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/06/CEB-Unicamp-Divulgacao-Agencia-FAPESP-Quantificacao-de-Fadiga-na-COVID-imagem-agencia.jpg" alt="CEB Unicamp - Divulgacao Agencia FAPESP Quantificacao de Fadiga na COVID - imagem agencia" class="wp-image-4553" width="296" height="237" srcset="https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/06/CEB-Unicamp-Divulgacao-Agencia-FAPESP-Quantificacao-de-Fadiga-na-COVID-imagem-agencia.jpg 395w, https://www.ceb.unicamp.br/arquivosceb/2023/06/CEB-Unicamp-Divulgacao-Agencia-FAPESP-Quantificacao-de-Fadiga-na-COVID-imagem-agencia-300x240.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 296px) 100vw, 296px" /><figcaption class="wp-element-caption" style="font-size:0.8em">Por meio de exames de ressonância magnética e testes variados, pesquisadores brasileiros analisam alterações biológicas e buscam relacioná-las aos sintomas mais relatados por pacientes: ansiedade, depressão, sonolência e fadiga. Os resultados mais recentes foram apresentados na nona edição do BRAINN Congress (imagem: kjpargeter/Freepik)</figcaption></figure>



<p><em>Julia Moióli, de Campinas | Agência FAPESP</em> – Mesmo as infecções mais leves pelo SARS-CoV-2 são capazes de causar alterações estruturais e funcionais no cérebro que podem desencadear manifestações neuropsiquiátricas, como ansiedade, depressão, fadiga e sonolência, além de comprometer o bem-estar, a saúde e a capacidade de trabalhar. Essa é a conclusão de alguns estudos sobre a COVID-19 apresentados na nona edição do BRAINN Congress, organizado pelo Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (BRAINN), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>



<p>“Antes da pandemia, o Brasil já era considerado um dos países mais ansiosos do mundo, com 9% da população relatando sintomas”, afirma Clarissa Yasuda, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e integrante do BRAINN. “Observamos agora que os níveis de ansiedade e depressão são maiores em pessoas que testaram positivo para a COVID.”</p>



<p>Um dos trabalhos apresentados no evento mostrou, com base em exames de ressonância magnética realizados três meses após a infecção, que pacientes com COVID longa apresentam atrofia da massa cinzenta e padrão generalizado de hiperconectividade cerebral.</p>



<p>Embora ainda se desconheçam a duração dessas alterações e seu significado do ponto de vista biológico, os resultados do trabalho, publicado em um suplemento especial da revista Neurology pela graduanda na FCM-Unicamp Beatriz Amorim da Costa e colaboradores, podem sugerir disfunção cognitiva – condição que, de acordo com a literatura científica, é consideravelmente afetada por sintomas de ansiedade e depressão.</p>



<p>“Fica o alerta para a dimensão das possíveis consequências da pandemia”, diz Yasuda, orientadora da pesquisa.</p>



<p>A atrofia na massa cinzenta aparece em análises de ressonância magnética dos cérebros de pacientes infectados com quatro cepas diferentes de SARS-CoV-2 (alfa, delta, gama e zeta), cada uma com suas peculiaridades, mostrou o pesquisador Lucas Scárdua Silva em outro artigo divulgado em Neurology. O trabalho, também orientado por Yasuda, mostrou áreas de atrofia de substância cinzenta comuns às diferentes cepas examinadas, que incluem o lobo frontal e o sistema límbico.</p>



<p>Já o pesquisador Ítalo Karmann Aventurato constatou piora na memória verbal dos pacientes com todas as cepas estudadas pelo grupo (alfa, delta, gama e zeta). Os resultados da pesquisa, orientada por Yasuda, foram divulgados no mesmo periódico, que é editado pela Academia Americana de Neurologia.</p>



<p>Os trabalhos receberam financiamento da FAPESP por meio de três projetos (22/11740-4, 22/11786-4 e 21/09230-5).</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Impactos econômicos</strong></h2>



<p>O impacto da COVID longa na capacidade de trabalho foi o tema do estudo apresentado por Gabriel Monteiro Salvador, bolsista de iniciação científica da FAPESP. O estudante relacionou a persistência de sintomas neuropsiquiátricos, como sonolência excessiva, fadiga e sintomas de depressão e ansiedade, à capacidade de trabalho dos sobreviventes de COVID-19 e concluiu que ambas estavam diretamente relacionadas. Os dados foram divulgados no mesmo suplemento da Neurology.</p>



<p>Em uma primeira etapa, um grupo homogêneo de trabalhadores bancários, com características semelhantes de trabalho, rotina e nível educacional, respondeu a um questionário conhecido como Work Ability Index (WAI), que monitora a capacidade de trabalho, relatando, em sua maioria, problemas relacionados à memória e cognição. Depois de um acompanhamento por alguns meses, 62,5% dos participantes ainda apresentavam WAI reduzido.</p>



<p>“A perda econômica desses indivíduos é perceptível e aponta para a urgência de tratamentos específicos para reduzir tanto a sobrecarga individual quanto os prejuízos globais”, diz Salvador, que também foi orientado por Yasuda.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Quantificando a fadiga na prática</strong></h2>



<p>Um dos sintomas mais relatados por pacientes com COVID longa é a fadiga. O termo, porém, é comumente usado de forma genérica e não possui uma definição científica clara. Para quantificar esse sintoma, a equipe do <strong>Centro de Engenharia Biomédica (CEB)</strong> da Unicamp, liderada pelo pesquisador <strong><a href="https://www.ceb.unicamp.br/pesquisadores/leonardo-abdala-elias/" title="Leonardo Abdala Elias">Leonardo Elias</a></strong>, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC), criou um modelo de testes que mede contrações musculares e força e aplicou um conjunto de testes para avaliar a função neuromuscular e a fatigabilidade de um músculo da mão, além da destreza manual.</p>



<p>Os participantes do experimento, financiado pelo Ministério Público do Trabalho, foram submetidos a uma série de tarefas e, durante sua realização, as forças do movimento de abdução do dedo indicador e da contração do músculo primeiro interósseo dorsal foram medidas com sensores e a eletromiografia (exame que registra a atividade elétrica do músculo). Além disso, realizaram o teste conhecido como Nine Hole Peg Test, em que é analisado o tempo necessário para se encaixar nove pinos em nove buracos e depois retirá-los.</p>



<p>Embora o trabalho apresente limitações, como baixo número de participantes e possível influência de sintomas de ansiedade e depressão, mostrou que os pacientes com sintomas de fadiga decorrentes da COVID longa apresentam de fato habilidade motora reduzida, com diminuição na capacidade de sustentar a força e redução da frequência de ativação de unidades motoras em uma tarefa de reação. O tempo de reação, no entanto, foi preservado. No Nine Hole Peg Test os pacientes tiveram uma piora na execução com a mão dominante em comparação com participantes-controle.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Entre as potenciais explicações para esses resultados estão o aumento da inibição intracortical [processo neurofisiológico em que a atividade de neurônios no córtex é reduzida], disfunção nas vias gabaérgicas [sistema que regula o processamento cognitivo e emocional], alterações nas funções executivas [habilidades cognitivas de controle de ações, emoções e pensamentos] e aumento da fadiga percebida”, acredita Elias.</p>
</blockquote>



<p>A nona edição do BRAINN Congress ocorreu em abril e reuniu mais de uma centena de pesquisadores. Além de COVID-19, foram abordados temas como Alzheimer, epilepsia do lobo temporal e reserva cognitiva. Mais informações em: <a href="http://www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/" target="_blank" rel="noopener" title="">www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/</a>.</p>



<p>As pesquisas orientadas por Yasuda também foram apresentadas em congresso promovido em abril pela Academia Americana de Neurologia, nos Estados Unidos. E foram divulgadas em suplemento especial da revista Neurology dedicado ao evento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O artigo Anxiety and depression are associated with limbic atrophy and severe disruption of brain functional connectivity after mild COVID-19 infection pode ser acessado em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/1998" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/1998</a>.</li>



<li>Já o estudo The MRI analysis of 300 subjects revealed grey matter atrophy of the frontal lobe and limbic system in four SARS-CoV-2 strains está disponível em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2787" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2787</a>.</li>



<li>A pesquisa Long-COVID-19 cognitive disfunction: strain-specific effects on 452 subjects pode ser encontrada em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204</a>.</li>



<li>E o artigo The analysis of 607 volunteers shows a reduction of workability in individuals with LONG-COVID syndrome associated with neuropsychiatric symptoms está publicado em: <a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2090" target="_blank" rel="noopener" title="">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2090</a>.<br> </li>
</ul><p>The post <a href="https://www.ceb.unicamp.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/">Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.ceb.unicamp.br">CEB Unicamp</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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